quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Balzaquiana com orgulho!





































Ouvi uma pessoa dizer que a mulher chega ao auge de sua beleza aos 30.
Pode ser, o que sei é que hoje me sinto mais mulher, mais madura e mais segura.
Mas a indecisão... Ah! Essa continua sendo minha companheira.
Hoje me sinto mais saudosista também, parece que conforme o tempo passa as coisas vão se distanciando e você começa a dar mais valor ao que passou.
Comecei a perceber que é preciso aceitar que certas coisas tenham que ficar no passado, sim aquelas mesmas coisas que até ontem eu pensei que poderia trazer para o meu presente.
Comecei a dar valor a cada minuto de sorriso e entender cada lágrima.


Gostaria de ter tido 30 anos sempre, ou pelo menos a postura e a segurança que tenho hoje.
Não penso mais que algo poderia dar certo, tudo tem que dá certo. A sensação que tenho é que as chances para errar são minímas, a vida está ai e é preciso vive-la intensamente.
Quero viver mais!
Amar mais!
Sorrir mais!
Abraçar mais!
Dançar mais!
Cantar mais!
Ousar mais!
Quero não ter a vergonha de ser feliz.
O mundo é cruel para aqueles que não se arriscam.
Hoje tenho a graça de uma menina, e postura de uma mulher.
Hoje tenho a esperança de uma menina, e a confiança de uma mulher.
A diferença é que hoje sou a mulher irresistível, sedutora, confiante.
Hoje não quero mais nada que me faça mal, pessoas de baixo astral e coisas que me coloquem pra baixo. Quero quem me queira bem e me faça bem.
O bom dos 30 é se livrar daquelas fantasias juvenis que nunca dão em nada e começar a viver de verdade, porque já passamos pela fase do desencanto. E quem consegue viver uma nova sem arrastar correntes, vive um outro tipo de paz, outro tipo de felicidade e outras delicias!.
E sabe o que é mais engraçado? Sempre achei que quando chegasse aos 30 me sentiria velha, e hoje percebi o quanto estou mais jovem do que nunca!!!


E como escreveu Honoré de Balzac:
“Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis. A mulher jovem tem muitas ilusões, muitainexperiência. Uma nos instrui, a outra quertudo aprender e acredita ter ditotudo despindo o vestido. (...) Entreelas duas há a distânciaincomensurável que vai do previsto ao imprevisto, da força à fraqueza. A mulher de trinta anos satisfaz tudo, e a jovem, sobpena de não sê-lo, nada pode satisfazer”.